O Banco de Carga Resistiva e Indutiva é construído conectando ou colocando em paralelo componentes de indutância em série ou paralelo com cargas resistivas, simulando assim as características elétricas de cargas indutivas (como motores, transformadores, eletroímãs, compressores, etc.). A característica das cargas indutivas é que a fase da corrente fica atrasada em relação à tensão, resultando em um fator de potência menor que 1 (geralmente variando de 0,7 a 0,9) e gerando um surto de corrente de partida significativo. Portanto, o gabinete de carga resistiva-indutiva é usado principalmente para testar a capacidade de resposta dinâmica, o desempenho da proteção contra sobrecarga e o efeito de supressão harmônica do equipamento de fonte de alimentação sob baixo fator de potência, carga reativa e condições transitórias de grande impacto de corrente.RST Elétricatambém oferece uma variedade debancos de cargaem especificações diferentes. Fique à vontade para vir e consultar para compra!
Quando o gabinete de carga é conectado à fonte de alimentação CA, os resistores consomem potência ativa, os indutores armazenam e liberam energia magnética, gerando assim potência reativa no circuito. Ao alterar o número de voltas do indutor ou o entreferro do núcleo, o fator de potência pode ser ajustado continuamente ou em etapas de 0,6 a 1,0. Para simular o processo de partida do motor, alguns Bancos de Cargas Resistivas e Indutivas também possuem a função “aplicação repentina e remoção repentina” que aplica diversas vezes a corrente nominal por um curto período (como 10 segundos). Dentro do equipamento, geralmente são usados reatores de núcleo do tipo seco ou reatores de núcleo de ar, e ventiladores de resfriamento são configurados para evitar aumento excessivo de temperatura. Em termos de controle, são adotados PLC e telas sensíveis ao toque, permitindo a predefinição de várias curvas de teste (como mudanças escalonadas no fator de potência, flutuações contínuas na carga, etc.) e registrando automaticamente parâmetros-chave, como queda de tensão, tempo de recuperação de frequência e desvio transitório máximo.
Os testes de fábrica de conversores de frequência com cargas do tipo motor, a avaliação da adaptabilidade de grupos geradores a cargas não lineares, os testes de comutação de sobrecarga de fontes de alimentação ininterruptas (UPS), a depuração da junta de terra de conversores auxiliares para veículos de transporte ferroviário e a análise harmônica de sistemas de energia de navios, etc. Comparado com cargas puramente resistivas, o banco de carga resistiva e indutiva pode refletir com mais precisão as condições elétricas em ambientes industriais reais, evitando resultados de teste excessivamente otimistas devido ao fator de potência excessivamente alto. Ao selecionar, preste atenção: se a corrente nominal dos componentes indutivos atende ao pico inicial (geralmente 5 a 7 vezes o valor do estado estacionário), se a dissipação de calor é suficiente (os indutores geram muito calor) e se a faixa de ajuste do fator de potência cobre o fator de potência operacional mínimo do equipamento testado. Além disso, caso seja necessário simular a condição de geração de energia regenerativa do motor, também deverá ser combinada uma carga eletrônica do tipo realimentação.